A Palavra de Deus nos ensina que há uma diferença entre aquilo que é eterno e aquilo que é passageiro. O apóstolo João escreve: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.” (1 João 2:15-17)
Tudo o que o mundo oferece — fama, riquezas, prazeres, posições — é como fumaça: parece sólido, mas logo se dissipa. A glória humana é limitada, o prazer carnal é momentâneo, os bens materiais são frágeis. A vida terrena em si é breve, como disse Tiago: “Que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece” (Tiago 4:14).
O grande perigo é colocar o coração no que não dura. Muitos constroem sua vida sobre os alicerces frágeis deste mundo e acabam descobrindo, tarde demais, que estavam edificando sobre a areia. Jesus nos chama a edificar sobre a rocha (Mateus 7:24-25), a viver não para as coisas que perecem, mas para aquilo que permanece para a eternidade.
Por outro lado, aquilo que vem de Deus é eterno: o amor, a graça, a salvação em Cristo Jesus. Ele nos convida a buscar “as coisas que são de cima” (Colossenses 3:1-2), pois estas nunca se desgastam nem se perdem.
Que possamos viver com os olhos fixos em Cristo, lembrando que tudo o que o mundo oferece é temporário, mas as promessas de Deus são eternas. [Ref. 1 Jo 2:15-17]