A promessa é tão encantadora que nos faz sonhar: “Por isso, estão diante do trono de Deus e o servem de dia e de noite no seu templo; e aquele que está assentado sobre o trono estenderá sobre eles o seu tabernáculo. Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; o sol nem calor algum cairá sobre eles. Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e lhes servirá de guia para as fontes da água da vida; e Deus limpará de seus olhos toda lágrima.”
O altar de Deus sempre foi lugar de sacrifício, entrega e consagração. No Antigo Testamento, o altar representava reconciliação com Deus, lugar de perdão e renovação. Mas o altar não termina apenas no sacrifício: ele aponta para algo maior — renovo espiritual e vida eterna em Cristo. Quando nos colocamos no altar de Deus, a nossa história não termina na dor da entrega, mas na vitória do renovo e na promessa da vida eterna.
O altar é lugar de entrega e transformação, como vemos nos exemplos de Abraão no Monte Moriá (Gn 22:9-14), Elias no Carmelo (1Rs 18:30-39).
Quando nos colocamos no altar, entregamos nossa vontade, mas recebemos de volta renovo, provisão e vitória espiritual.
O altar aponta para Cristo, é renovo espiritual. O altar não é um fim em si mesmo, mas um recomeço em Deus; não termina nesta vida.
Hoje o altar é o nosso coração. Cada vez que nos rendemos a Deus, experimentamos renovo. Quem se entrega a Deus nunca perde; sempre recebe de volta multiplicado em graça, força e esperança. [Ref. Ap 7:15-17]